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Filme Que Recomendo

Posted on: 18 de junho de 2011

Os Homens Que Não Amavam as Mulheres (Niels Arden Oplev, 2009)

Harriet Vanger desapareceu 36 anos atrás sem deixar pistas na ilha de Hedeby, um local que é quase propriedade exclusiva da poderosa família Vanger. Apesar da longa investigação policial a jovem de 16 anos nunca foi encontrada. Mesmo depois de tanto tempo seu tio decide continuar as buscas, contratando o jornalista investigativo da revista Millennium, Mikael Blomkvist, que não está em um bom momento de sua vida, enfrenta um processo por calúnia e difamação. Mas, quando o jornalista se junta a Lisbeth Salander, uma investigadora particular nada usual, incontrolável e anti social, a investigação avança muito além do que todos poderiam imaginar.

O filme Os Homens Que não Amavam as Mulheres (que não, não é uma comédia romântica sobre um grupo de mulheres que sofreram decepções amorosas), é baseado no livro do autor sueco, Stieg Larsson. Eu comecei a ler o livro, mas não tive o privilégio de terminar a leitura; embora tenha a intenção de retomá-la assim que for possível.
Não sei dizer se o roteiro foi bem adaptado ou não; mas posso confirmar que a história é ótima. É aquele tipo de suspense que te prende do início ao fim, sempre trazendo surpresas e resolvendo enigmas de uma forma brilhante; legal ou ilegalmente. O longa não é exatamente um merecedor de Oscar, mas não deixa de ser um ótimo entretenimento.

Cenas fortes também acompanham a trama, com direito à sangue, mortes violentas, estupros, e vinganças merecidas. Fora o fato de os personagens serem muito ricos (no sentido material, e no sentido “psicológico”, digamos assim). Vale a pena conferir e se surpreender com Lisbeth, uma das personagens principais, que tem um estilo superbacana, do tipo jaquetas de couro, cabelo curtinho, piercings e tatuagens.

Se você estiver afim de assistir uma história com suspense, romance, dramas e ação, Os Homens Que Não Amavam as Mulheres, é o filme certo para você.

“Eu ponho os corpos no meu barco, e os jogo no mar.” (Essa frase do filme, em particular, me lembrou muito meu velho amigo Dexter).

P.S.: Assista em Sueco, a língua original do filme. Vale muito a pena.

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